Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência começa em 1º de fevereiro

Nesta segunda-feira (1º), início da Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a Secretaria da Saúde de Guarulhos alerta para os riscos da gestão precoce tanto para o bebê como para a mãe, que nem sempre está preparada fisicamente para conceber. Elevação da pressão arterial (pré-eclâmpsia e eclampsia com probabilidade de crises convulsivas), parto prematuro e complicações, bebê com baixo peso ou subnutrido, aborto espontâneo, alterações no desenvolvimento da criança e má-formação fetal são alguns dos perigos enfrentados.

O índice de mortalidade entre filhos de mães adolescentes é muito alto. Cerca de 20% da mortalidade infantil no Brasil decorre do óbito precoce de bebês nascidos de mães entre os 15 e 19 anos. Em 2017, o Grupo de Trabalho Intersetorial Federal (GTIF) do Programa Saúde na Escola (PSE), em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), encaminhou a todas as escolas da rede pública de ensino do País questionário para a identificação de casos de gravidez na adolescência (dez a 19 anos).

Os resultados apontaram o seguinte cenário: 20.425 escolas públicas responderam ao questionário. Destas, 9.885 (48,4%) disseram que havia casos de gravidez em adolescentes matriculadas. Em relação às meninas grávidas, o total declarado foi de 34.644 estudantes. Destas, 3.890 (11,23%) abandonaram os estudos.

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